O Idiota

Tudo o que você não precisa saber da vida de um jovem idiota.

No post anterior, iniciei o desenvolvimento de um jogo do labirinto em JavaScript. Agora que finalizei o jogo, ele vai ficar disponível pra vocês jogarem aqui mesmo, logo ao final do post!

Para jogar:

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Eu sinceramente não sei o que fazer da minha vida. Está tudo um caos. É como se eu estivesse dentro de um labirinto enorme e só me deparasse com becos sem saída ou ciclos intermináveis de déjà vus (hmm... será que já passei por aqui antes?) onde eu corro atrás do meu próprio rabo e no fim acabo exatamente no mesmo lugar.

Bem... eu deveria estar fazendo outras coisas muito mais urgentes, mas em vez disso eu fiquei parado imaginando: o que é que eu poderia fazer para desperdiçar inutilmente o meu tempo e chorar de desgosto depois por ter feito isso?

EXATAMENTE!

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Não, eu não vou me matar. Lembrei que eu tinha deixado uma nota de suicídio em um aplicativo de diário qualquer por aí (desses que tem de graça na internet). Já fazem muitos anos desde que eu o acessei pela última vez. Eu acabei escrevendo algumas outras cartas de suicídio, mas essa foi a única que sobreviveu, justamente porque as outras eu apaguei pra não ter de voltar a lê-las. Esta, pelo visto, esqueci de apagar.

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Quando tive contato com os aplicativos gays, comecei a reparar como era grande a quantia de homens assim que estavam à minha volta. Cada dia mais homens saem do armário. E não são homens novos de idade.

No meu caso, sempre fui atraído por homens, desde a minha primeira atração sexual, aos 11 anos. Pra mim sempre foi muito clara a minha sexualidade, e não tenho ninguém em quem posso colocar a culpa.

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Já houve uma época em que eu fui extremamente viciado em masturbação e pornografia (vício que, aliás, destrói o seu cérebro), mas passou quando notei que aquilo que eu assistia era absolutamente irreal. Eu nunca iria ter acesso àqueles corpos perfeitos na vida real, naquelas camas perfeitas, em situações perfeitas.

O que é irreal parou de me despertar interesse e a masturbação, pra mim, virou sinônimo de fracasso absoluto. Você só se masturba porque, no fundo, não tem nada de melhor pra fazer, é um frustrado na vida e não tem coragem de pisar o pé pra fora de casa nem pra fazer coisa que não presta (quem dirá coisa que presta). É tímido demais até pra pecar.

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Observei que depois de eu ter postado um texto sobre o Italo Marsili aqui no blog, apareceram referers vindos do Twitter nas minhas estatítiscas.

Mas já, isso!? Qual é o valor da opinião que um idiota como eu tem sobre o Italo? Excluí o post, pois não quero fazer parte de intriguinhas toscas — e muito menos ainda ficar famoso em cima disso.

Tenho muito a melhorar nas minhas habilidades de escrita antes de obter qualquer fama. Não sei nem escrever direito, ainda.

Vão se foderem todos vocês, os fofoqueirinhos!

Eu não sei se eu estou começando a ficar retardado, mas quais são as possibilidades de eu casar com uma mulher e ser feliz?

hm...

Em vez de ingressar em algum assunto depressivo, hoje vou contar uma história pra vocês. Eu tinha lá os meus dezesseis anos, era 2013 e o Brasil pegava fogo por causas das manifestações de junho.

Nesse período surgiram muitos metidos a heróis que hoje se venderam ao estamento burocrático e largaram o povo pra trás, como por exemplo o Kim Kataguiri, que conseguia até ser engraçado, mas terminou ficando retardado. No meio disso também surgiram personagens como o Smith Hays que chocou os esquerdinhas porque era gay e de direita (que contradição!) e uma pirralha chamada Isabella Trevisani que tinha mais bolas do que muito homem por aí.

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O desejo de morrer nem sempre se caracteriza pela manifestação de pensamentos suicidas na mente de quem sofre. Pensar em suicídio é extremo demais, fatalístico demais. Óbvio demais.

Não.

Quem perdeu as chamas da esperança — a alegria de viver — quer morrer sem dar alarde dos seus tormentos interiores, calcula friamente, não quer incomodar os outros com sua depressão insignificante (quem se importa?). Que tal tentar fazer parecer um acidente? Ou dar ares de morte natural àquilo que na verdade é um desejo profundo de partir desta para uma talvez não muito melhor? Algo do tipo... contrair HIV, fingir que não sabia e não se tratar? Será que pode acontecer uma curva errada no caminho de volta para casa, que desemboque em uma rua vazia, escura e perigosa?

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