Conversão, MGTOWs e a destruição do homem

Quando tive contato com os aplicativos gays, comecei a reparar como era grande a quantia de homens assim que estavam à minha volta. Cada dia mais homens saem do armário. E não são homens novos de idade.

No meu caso, sempre fui atraído por homens, desde a minha primeira atração sexual, aos 11 anos. Pra mim sempre foi muito clara a minha sexualidade, e não tenho ninguém em quem posso colocar a culpa.

Por isso eu acho muito curioso esse evento da “descoberta”. Como assim o cara “descobre” que é gay aos 28 anos de idade? E outros aos 40, ou até 50 anos de idade? Isso não me entra na cabeça porque eu entendo que a atração sexual vem de um instinto natural sobre o qual você não tem controle nenhum.

Nesse sentido, eu não sabia que eu era gay até chegar aos 12 ou 13 anos de idade. Mas isso era porque eu não sabia descrever o que eu sentia, isto é, eu não conhecia a palavra que definia a minha atração sexual. Eu descobri a definição depois, mas era algo que eu já sentia desde o princípio. E você sabe aquilo que sente, por mais que não consiga colocar em palavras. Já quando você é adulto, acho bem difícil você não saber descrever uma simples atração sexual — instinto tão básico, comum a todos os seres humanos e animais.

Me parece que esses homens que “se descobriram” passaram por algum processo de conversão que os levou a se sentirem atraídos por homens — como se adquirissem um fetiche sexual. Eu sei por experiência própria que existem fetiches sexuais que são adquiridos ao longo do tempo, e que podem ir embora tão rápido quanto vieram. Algo que antes me causava ânsia de vômito de repente passou a provocar excitação sexual, e depois de um tempo tornou a ser repugnante novamente. Vem e vai.

É justamente isso o que me parece. O cara descobre que hoje em dia está bem mais fácil transar com homem do que com mulher, então experimenta e “descobre” que é gay. Sério? Isso não me convence. Me parece só uma tentativa de compensação. Quando a sua depravação sexual aumenta, até objetos inanimados provocam excitação. Quando você está matando cachorro a grito, até buraco de tijolo vira atraente. Querer bater punheta no cu do outro só porque é mais acessível não é ser gay: é ser degenerado. Um mero joguete das circunstâncias. Ser homossexual é outra coisa.

E se por um lado o diabo converte os homens à “homossexualidade” (bem entre aspas), por outro ele os desestimula a criarem vínculos com as mulheres. E acho que aí uma coisa complementa a outra.

O feminismo quer destruir a masculinidade combatendo o patriarcado e declarando a independência da mulher, destruindo aquele conceito do pai de família trabalhador e provedor da casa e da mullher “bela, recatada e do lar”; o movimento MGTOW aceita a provocação feminista e faz os homens abandonarem os seus deveres como homens.

Nesse cenário, não tem como deixar de notar que o objetivo dessa sociedade moderna é o de demolir o homem e desintegrar todo traço de masculinidade que exista nele. Podem reparar que muitas coisas neste mundo visam destruir algum aspecto da masculinidade: a atração sexual por mulheres (Gayzismo, pornografia e degradação geral da moral, principalmente a sexual); o desejo de ser dominante, de proteger sua família e os outros à sua volta (Feminismo, homens feministas e emasculação); o desejo de criar vínculos familiares e de ter filhos (MGTOW).

O engraçado é que, precisamente no momento em que a masculinidade está sendo mais atacada (e por todos os lados), precisamente no instante em que os homens deveriam se levantar e nadar contra a maré, surge mais esse movimento para se “contrapor”. Os MGTOW acham que estão fazendo uma contraposição ao feminismo quando na verdade o que eles estão fazendo é nadar na direção da maré.

Sabe, algumas vezes eu acho que, mesmo sendo homossexual, eu tenho mesmo é que arranjar uma mulher, me casar e ter uns 10 filhos com ela. Sabe como é, né. Questão de guerra...

... E na guerra a gente não tem muita escolha.